Esta é para ti.
Começa logo bem... "You're dangerous 'cause you're honest" :)
Gosto disso em ti. Muito.
Como te disse há uns dias, tu deixas-me ser quem sou. Gipsy heart.
quarta-feira, 24 de março de 2010
Para que não restem dúvidas
Confesso no entanto que, tive a certeza que o meu homem era o tal, no dia em que se sentou à minha frente com uma guitarra na mão e me cantou uma música de DMB (crash into me). De seguida deu-me um abraço. E seguiu caminho.
E claro, não o deixei ir muito longe.
Dou-te esta de barato, B.!
E claro, não o deixei ir muito longe.
Dou-te esta de barato, B.!
Conversas saudáveis à hora de almoço
Não resisti à mensagem do meu amigo B.
Dizia: "Estamos há tanto tempo sem nos ver, que quando te encontrar o abraço vai ser tão longo, que nem teremos tempo para falar!"
Eu que sou moça dada aos abraços, liguei-lhe e combinámos almoçar.
O B. e eu somos uma versão moderna e inocente de Bonnie and Clyde.
Somos imensamente diferentes, mas temos uma química que funciona na perfeição.
O B. é um tipo rigoroso, preciso, determinado. Acho que o facto de ser cirurgião impôs uma disciplina de rectidão quase severa na sua vida.
Eu sou a mais espalha-brasas. A lança desafios. A esticar a corda até ao limite.
Conhecemo-nos porque uns amigos em comum insistiram que nos deveríamos conhecer. Diziam eles que iria ser muito interessante assistir a uma conversa entre nós, já que éramos tão diferentes.
Assim foi. E resultou. Somos mestres em desafios mentais. Juntos temos o humor mais mordaz e acutilante, capaz de encostar qualquer britânico a um canto.
Confesso que já tinha saudades dele.
Passei o almoço a rir.
Fálamos sobre tudo. Das nossas relações que estão a correr bem, do trabalho, da vida, do futuro..
Até que, estávamos nós na fila para pagar e a propósito de não sei bem o quê, ele lança a pergunta:
B. - Olha lá, para ti quem é o gajo mais giro do planeta???
Eu - Fácil. Johnny Depp. É lindooooooooooooooooooooo.
B. - O quê???? Ca nojo!!! Olha agora fiquei desiludido contigo!
Eu - Porquê???
B. - Porque qualquer mulher de bom gosto responderia Dave Matthews. Só a voz do homem deixa qualquer uma k.o!
Eu - Ora essa! O Johnny, até calado, deixa-me k.o.!
Mas olha lá, desde quando é que tu percebes de gajos????
B. - Um corpo é um corpo...
Eu - Sim, mas tu percebes de corpos esventrados e coisas assim.
B. - E tu és entendida na matéria... porque...
Eu - Porque gosto de gajos e tu não! Ou há alguma coisa que me queiras contar?..
Nisto o B. pergunta à empregada quem é mais giro. Depp ou Matthwes??
Resposta da senhora com sotaque brasileiro: " Ah não conheço ainda muito bem a bunda portuguesa. Cheguei do Brasil só faz 2 meses."
Fartote de rir!
Deixe lá minha senhora... eu já cá ando há 33 anos e também não conheço assim tão bem a bunda portuguesa!
Dizia: "Estamos há tanto tempo sem nos ver, que quando te encontrar o abraço vai ser tão longo, que nem teremos tempo para falar!"
Eu que sou moça dada aos abraços, liguei-lhe e combinámos almoçar.
O B. e eu somos uma versão moderna e inocente de Bonnie and Clyde.
Somos imensamente diferentes, mas temos uma química que funciona na perfeição.
O B. é um tipo rigoroso, preciso, determinado. Acho que o facto de ser cirurgião impôs uma disciplina de rectidão quase severa na sua vida.
Eu sou a mais espalha-brasas. A lança desafios. A esticar a corda até ao limite.
Conhecemo-nos porque uns amigos em comum insistiram que nos deveríamos conhecer. Diziam eles que iria ser muito interessante assistir a uma conversa entre nós, já que éramos tão diferentes.
Assim foi. E resultou. Somos mestres em desafios mentais. Juntos temos o humor mais mordaz e acutilante, capaz de encostar qualquer britânico a um canto.
Confesso que já tinha saudades dele.
Passei o almoço a rir.
Fálamos sobre tudo. Das nossas relações que estão a correr bem, do trabalho, da vida, do futuro..
Até que, estávamos nós na fila para pagar e a propósito de não sei bem o quê, ele lança a pergunta:
B. - Olha lá, para ti quem é o gajo mais giro do planeta???
Eu - Fácil. Johnny Depp. É lindooooooooooooooooooooo.
B. - O quê???? Ca nojo!!! Olha agora fiquei desiludido contigo!
Eu - Porquê???
B. - Porque qualquer mulher de bom gosto responderia Dave Matthews. Só a voz do homem deixa qualquer uma k.o!
Eu - Ora essa! O Johnny, até calado, deixa-me k.o.!
Mas olha lá, desde quando é que tu percebes de gajos????
B. - Um corpo é um corpo...
Eu - Sim, mas tu percebes de corpos esventrados e coisas assim.
B. - E tu és entendida na matéria... porque...
Eu - Porque gosto de gajos e tu não! Ou há alguma coisa que me queiras contar?..
Nisto o B. pergunta à empregada quem é mais giro. Depp ou Matthwes??
Resposta da senhora com sotaque brasileiro: " Ah não conheço ainda muito bem a bunda portuguesa. Cheguei do Brasil só faz 2 meses."
Fartote de rir!
Deixe lá minha senhora... eu já cá ando há 33 anos e também não conheço assim tão bem a bunda portuguesa!
terça-feira, 23 de março de 2010
Coisas que me tiram do sério
Considero-me uma pessoa ponderada e equilibrada.
Sei que sou educada e civilizada.
Mas só há uma coisa que me tira do sério, que faz descer em mim o espírito da varina de Alfama, que me faz ficar igual à miúda do exorcista, que me faz rodar a baiana... que é ver uma matulona de 40 anos a espancar uma criança de 3 anos.
Comecei bem o dia, sim senhora!
Sou perfeitamente a favor de uma palmada no rabiosque e dos castigos, nunca fizeram mal a ninguém e nunca ninguém morreu por causa disso.
Agora, abrir a mão e espetar um estalo a uma criança com tanta força que a cabeça até vai para trás, depois em resposta ao choro da criança abaná-la com violência e atirá-la para a cadeirinha do carro como se fosse um saco velho... oh my God!!!
E o pior? Ver um tipo pançudo de 40 anos, que devia ser familiar daquele calhau e que em vez de pedir calma e proteger a criança, estava a olhar para o telemóvel como se nada fosse.
Eu que estava no carro, parada no trânsito, só me lembrei de buzinar, abrir o vidro e chamar à senhora grande besta. Ela respondeu qualquer coisa que não percebi. Eu continuei a berrar com ela. E quando dei por mim, uma data de condutores e transeuntes estavam a fazer o mesmo.
É pá a facilidade com que se constrói um motim!!!
A besta enfiou o rabo no carro à pressa, o pançudo também.
Anotei a martrícula da dupla... just in case.
Só passado uns bons 10 minutos voltei a um estado que poderá ser considerado normal... sinto que ainda anda por aqui uma vontade de rodar a saia.
Sei que sou educada e civilizada.
Mas só há uma coisa que me tira do sério, que faz descer em mim o espírito da varina de Alfama, que me faz ficar igual à miúda do exorcista, que me faz rodar a baiana... que é ver uma matulona de 40 anos a espancar uma criança de 3 anos.
Comecei bem o dia, sim senhora!
Sou perfeitamente a favor de uma palmada no rabiosque e dos castigos, nunca fizeram mal a ninguém e nunca ninguém morreu por causa disso.
Agora, abrir a mão e espetar um estalo a uma criança com tanta força que a cabeça até vai para trás, depois em resposta ao choro da criança abaná-la com violência e atirá-la para a cadeirinha do carro como se fosse um saco velho... oh my God!!!
E o pior? Ver um tipo pançudo de 40 anos, que devia ser familiar daquele calhau e que em vez de pedir calma e proteger a criança, estava a olhar para o telemóvel como se nada fosse.
Eu que estava no carro, parada no trânsito, só me lembrei de buzinar, abrir o vidro e chamar à senhora grande besta. Ela respondeu qualquer coisa que não percebi. Eu continuei a berrar com ela. E quando dei por mim, uma data de condutores e transeuntes estavam a fazer o mesmo.
É pá a facilidade com que se constrói um motim!!!
A besta enfiou o rabo no carro à pressa, o pançudo também.
Anotei a martrícula da dupla... just in case.
Só passado uns bons 10 minutos voltei a um estado que poderá ser considerado normal... sinto que ainda anda por aqui uma vontade de rodar a saia.
segunda-feira, 22 de março de 2010
Um fim de dia
Gosto de chegar a casa e encontrá-lo na cozinha a preparar o jantar.
Gosto de ficar sentada perto dele a contar-lhe o meu dia enquanto ele insiste que vá provando a comida só para ver se o tempero está no ponto.
Gosto que cozinhe ao som de músicas suaves.
Gosto da forma delicada com que prepara a mesa.
Gosto da maneira como me olha.
Gosto dele.
Gosto de ficar sentada perto dele a contar-lhe o meu dia enquanto ele insiste que vá provando a comida só para ver se o tempero está no ponto.
Gosto que cozinhe ao som de músicas suaves.
Gosto da forma delicada com que prepara a mesa.
Gosto da maneira como me olha.
Gosto dele.
Trainspotting
Choose Life. Choose a job. Choose a career. Choose a family. Choose a fucking big television, choose washing machines, cars, compact disc players and electrical tin openers. Choose good health, low cholesterol, and dental insurance. Choose fixed interest mortage repayments. Choose a starter home. Choose your friends. Choose leisurewear and matching luggage. Choose a three-piece suite on hire purchase in a range of fucking fabrics. Choose DIY and wondering who the fuck you are on a Sunday morning. Choose sitting on that couch watching mind-numbing, spirit-crushing game shows, stuffing fucking junk food into your mouth. Choose rotting away at the end of it all, pishing your last in a miserable home, nothing more than an embarrassment to the selfish, fucked up brats you spawned to replace yourself.
Choose your future.
Choose life.
Mensagem de um dos filmes que mais aprecio - Trainspotting. Genial!
Choose your future.
Choose life.
Mensagem de um dos filmes que mais aprecio - Trainspotting. Genial!
You make me feel so young
O fim de semana foi dedicado à família.
A maravilha destas reuniões é lembrar-me sobretudo da minha infância. Fui muito feliz, tive uma vida equilibrada que me deu bases para ser a pessoa que sou hoje.
Sempre fui menina do papá, mas sem abusos.
Tenho a maior sorte do mundo em contar ainda com os meus pais. Sempre presentes na minha vida, dando-me o amor mais incondicional de todos.
No sábado, recordei com o meu pai o meu passatempo preferido em miúda.
Dançar com o meu pai, mas exigia músicas com orquestra, tipo anos 50.
O meu pai com uma paciência infinita, lá me agarrava, colocava os meus pés em cima dos dele e dançava comigo. Dançávamos, cantávamos... e quando terminava, eu rematava sempre com um "outra vez!!!"
Por isso este sábado dançámos outra vez. Claro que desta vez, tinha os meus pés no chão.
Dançámos ao som desta música. E fizemos uma viagem no tempo. Cheia de sorrisos. Voltei a ser criança.
A maravilha destas reuniões é lembrar-me sobretudo da minha infância. Fui muito feliz, tive uma vida equilibrada que me deu bases para ser a pessoa que sou hoje.
Sempre fui menina do papá, mas sem abusos.
Tenho a maior sorte do mundo em contar ainda com os meus pais. Sempre presentes na minha vida, dando-me o amor mais incondicional de todos.
No sábado, recordei com o meu pai o meu passatempo preferido em miúda.
Dançar com o meu pai, mas exigia músicas com orquestra, tipo anos 50.
O meu pai com uma paciência infinita, lá me agarrava, colocava os meus pés em cima dos dele e dançava comigo. Dançávamos, cantávamos... e quando terminava, eu rematava sempre com um "outra vez!!!"
Por isso este sábado dançámos outra vez. Claro que desta vez, tinha os meus pés no chão.
Dançámos ao som desta música. E fizemos uma viagem no tempo. Cheia de sorrisos. Voltei a ser criança.
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